Plágio
Ao amigo Bruno D’Ângelo
A poesia é um caco recolhido
De dentro de uma bacia de insônias
Eu invejo os teus cacos
Porque eles não são opacos
Eu invejo os teus cacos
Porque eles são afiados
E tento repeti-los
Currupaco, paco
Um saquinho de surpresas